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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

... o carroção de boi


O ranger das rodas empenadas de um carroção de boi pode, perfeitamente, ser a trilha sonora de Myanmar. O país, que tem mais de 70% da população vivendo na zona rural, cultua o arcaico carroção como um símbolo nacional.


Com o seu charme rudimentar, o carroção é um meio de transporte, uma ferramenta de trabalho e, em muitos casos, um alojamento para famílias inteiras. Em Bagan, vimos pessoas acampadas debaixo deles durante dias inteiros para participar do Festival da Lua Cheia.


Mas foi em Nyaungshwe que assistimos ao episódio mais interessante da viagem por Myanmar. Na beira de uma estrada,  encontramos uma “borracharia” de carroção. A troca das rodas de madeira e ferro é um espetáculo que envolve fogo, água, pedra e terra! Ficamos simplesmente encantados!



... a lama

Chegamos em Yangon, antiga capital de Myanmar, sem ter a certeza de onde estávamos. Por alguns minutos, pensamos ter desembarcado no Cairo, em Sarajevo, na Palestina ou na Faixa de Gaza... Putz! Que pobreza! Que sujeira! Parece que a cidade foi bombardeada!
O mercado municipal era um atoleiro só!




... o liquidificador

Na pobreza de Myanmar, não se poderia mesmo esperar nada dos trens! Precários, sujos, barulhentos e... com incríveis sacudidas! A sensação é de se estar num liquidificador ou numa máquina de lavar (centrifugando). Juro que não é exagero!





Nós passamos quase 10 horas nessa tortura, tendo a alegre companhia de alguns ratos e mosquitos passeando pelo vagão! Irccc!!!

... o saiote


Um longo saiote preso à cintura com um nó é o uniforme do povo de Myanmar. Por aqui, nada de calça jeans! Homens, mulheres, crianças... todos só usam saia! A dos homens é xadrez, bem discreta e séria. Já a das mulheres, esbanja cores fortes e estampas.



... as monjas

Sempre vestidas com uma túnica cor-de-rosa bem clarinha, as mulheres que dedicam a vida à religião budista enfeitam Myanmar.
Oficialmente chamadas de “Budha’s sisters” e apelidadas por nós de monjas, elas estão por todas as partes, sempre pedindo donativos e alimentos.


domingo, 3 de fevereiro de 2013

... as pagodas


Espero que nossos leitores ainda não tenham se cansado de ver templos, pois a melhor parte ainda está por vir!
Bagan, em Myanmar, tem nada menos que 3 mil pagodas e templos, alguns em ruínas e outros totalmente restaurados.




















Também espero que não tenham se enjoado de tanto pôr-do-sol e nascer da lua... Peço desculpas pelo excesso, mas assistir a esse espetáculo da natureza se transformou num compromisso diário para nós.



... a meditação

Não sei por que é preciso ficar de pernas cruzadas, coluna ereta e pescoço firme para meditar! Quanta dor no corpo!
Olhem essa técnica de meditação usada nos templos de Myanmar. Deitadinho da Silva!


Assim, até eu consigo! Rsrsrs... Alguns, dormem de roncar nesse lugar que poderia ser batizado como “Centro de Meditação Zé Colmeia”! Rsrsrs...

... a Lúcia

Depois de Laos e Tailândia, tivemos a sorte de reencontrar nossa querida amiga brasileira Lúcia em Myanmar. Juntos, curtimos boas pedaladas, almoços e jantares em Bagan!




E temos muito a agradecer à Lúcia pela preciosa ajuda na reserva dos hotéis. Muito obrigada!!!

sábado, 2 de fevereiro de 2013

... remando com o pé

Pescadores do Inle Lake, em Myanmar, têm a impressionante habilidade de remar com o pé. Eles prendem o remo no tornozelo para ter as duas mãos livres para pescar e jogar redes no lago. Um espetáculo!





... o lago

Além dos templos budistas, Myanmar ostenta como cartão-postal o belo Inle Lake, com suas palafitas de bambu, seus jardins de tomate e seus charmosos moradores.